MegaUpload fora do ar e menor pirataria na internet

O Site megaupload.com saiu do ar essa semana e com isso 4% dos usuários da internet ficaram sem ter de onde baixar arquivos da forma como estavam acostumados. Dessa forma, muitos filmes e seriados deixaram de ser vistos ilegalmente. Ponto para as empresas que sempre brigaram contra a pirataria na internet.

Já é normal, e absurdo, um usuário de internet achar que por que o arquivo está na net, ele pode baixar. Engana-se. Existem países que até o usuário que baixa coisa ilegal é punido. E a prova inicial para esses que tem o conhecimento tão fraco, foi a derrubada de um dos maiores sites de pirataria e não pirataria da internet mundial.

É claro que a pirataria não irá acabar de uma hora para outra, talvez nunca acabe. Mas, o importante é que os EUA não é o primeiro país a começar a brigar por uma internet dentro da lei e nem será o último. Inglaterra, Alemanha, França e Espanha também já tiveram suas participações de retirar sites do ar, bloquear usuários entre outras formas de combater a pirataria online. O Brasil de vez em quando, também faz das suas, mas nada que realmente chame a atenção de verdade. Quem dera.

Essas brigas do facebook, twitter, youtube, wikipédia e outros que estão reclamando das leis contra a pirataria são um absurdo. É a mesma coisa que dizer que um cara pode matar se ele estiver na favela. Na verdade, o que eles querem é não perder o nicho de mercado deles. Não estão nem aí para livre expressão. Livre expressão termina quando você começa a prejudicar outros indevidamente. E é isso o que a pirataria faz.

A pirataria tira diretamente e indiretamente o emprego de muitas pessoas. Tem vários exemplos de vídeo locadoras que a 5 anos atrás tinham mais de 10 funcionários e hoje, as que ainda estão abertas, contam muitas vezes com não mais que 3 ou 4 funcionários. Empresas de distribuição dos filmes que tinham vários representantes por cidade e hoje muitas vezes nem tem mais representantes ou em alguns casos apenas 1 para atender várias cidades próximas. Famílias que dependiam dos funcionários dessas empresas, contadores que hoje não tem mais os clientes porque fecharam as portas, cinemas que fecharam reduziram o seu pessoal, mercados, lojas de departamento entre tantos que muitas vezes reduziram o seu pessoal que trabalhavam no setor de filmes, músicas, seriados, novelas e várias outras.

O site megaupload.com foi o primeiro de muitos que devem sair do ar esse ano. Ao ser lançada as leis PIPA e SOPA nos EUA, “o bicho vai pegar”. Seria legal se o Brasil seguisse a mesma onda.

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Os Pinguins do Papai

“Nenhum pinguim foi ferido neste filme, já Jim Carrey foi bicado sem dó, mas ele mereceu”, brinca o aviso nos créditos finais de Os Pinguins do Papai. É uma brincadeira com fundo de verdade. A persona cômica sempre dominante de Jim Carrey prejudica o filme em seus momentos dramáticos decisivos.

Não foi por falta de esforço do diretor Mark Waters. Ele pega uma ideia genérica – “É um filme divertido, e tem pinguins. Você sabe como pinguins são populares”, simplificou o vice-presidente de distribuição da Fox, Bert Livingston.

A ideia de Waters, aparentemente simples, é mostrar como os bichos desestabilizam o universo do Sr. Popper (Carrey), um incorporador de imóveis de Nova York especializado em comprar prédios velhos e ocupar os terrenos com edifícios novíssimos. Tudo relacionado ao Sr. Popper é limpo e moderno, do seu terno azul escuro impecável à mobília do seu apartamento e aos seus produtos Apple. Como na maioria dos contos morais, a apresentação impecável esconde um vazio interior.

A própria imagem que um pinguim transmite à primeira vista é de elegância – design clean, esguio, cores equilibradas -, mas basta a ave grasnar ou simplesmente se mover, com seus passos tortos, para que essa fachada se desfaça. Waters aplica esse conceito ao filme: o Sr. Popper ganha vida à medida em que sua rotina, antes ilibada e perfeita, é desordenada pelos bichos.

Mas tem Jim Carrey… Inicialmente, o ator contribui. Ele sabe fazer cara de coitado nos momentos que o filme pede. A barba rala, as olheiras e o semblante à beira do desespero são o oposto do penteado certinho do começo. Mas de repente a coisa descamba, Carrey faz uma piada que rompe a quarta parede (como no momento em que imita os heróis que correm em câmera lenta nos clímaxes) e simplesmente acaba com o clima da cena.

É por isso que aquela frase pós-créditos soa como uma pequena vingaça de Mark Waters, diretor que tem bom olho, mas não tem pulso para controlar seu astro.

Em um dos seus momentos de improviso desnecessário, Jim Carrey faz a sua já famosa imitação de James Stewart. Não deixa de ser irônico: Carrey está em Os Pinguins do Papai fazendo um papel stewartiano por excelência, o adulto ultrarresponsável que reaprende a “sentir”, e os ecos de Frank Capra podem ser ouvidos por todos os cantos… Mas Carrey LITERALMENTE imita Stewart, e arruina o encanto.

Jim Carrey tornou o filme mais cômico do que deveria ser. Em alguns momentos abusou, mas está ótimo.

Vale muito apena assistir a esse filme.

Curiosidades

- Adaptação de livro infantil de Richard Atwater e Florence Atwater;

- Rodado inteiramente em Nova York;

- A produção utilizou pinguins reais durante as filmagens, mas também usou a computação gráfica quando necessário;

- Foram também usados pinguins animatrônicos, apesar dos problemas causados devido à interferência provocada por celulares e aparelhos eletrônicos;

- Jim Carrey veio ao Rio de Janeiro para promover o lançamento comercial do filme.

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Pronta para Amar

Não era fácil ser uma mulher independente nos anos 1940 – pílulas anticoncepcionais eram proibidas nos EUA e a igualdade entre os sexos no mercado de trabalho só foi reconhecida pela Constituição do país em 1964 – mas Rosalind Russell se saia muito bem como ícone de um pré-feminismo em clássicos como Jejum de Amor.

Hoje as comédias românticas e os dramas água-com-açúcar têm Kate Hudson, atriz de sorriso fácil e seios pequenos que, por isso, personifica em Hollywood a mulher bem resolvida com seu corpo e sua vida. Em Pronta para Amar (A Little Bit of Heaven), ela interpreta Marley Corbett, estereótipo da independência feminina em tempos de correção política e páginas lacradas da revista Nova.

Marley vai de bicicleta para a agência de publicidade onde trabalha, uma espécie de Don Draper de saias (ela pedala de saias) que espanta clientes com sua perspicácia quando diz que quem compra camisinhas são as mulheres, e não os homens. Marley tem um cão, um apartamento, dois amigos (o gay negro e a louca meio encalhada), transa com quem quer e não se compromete. Se não estava claro, ela repete em off que é perfeitamente possível ser feliz sozinha.

Obviamente, como não estamos mais nos tempos de Rosalind Russell e os filmes-de-mulher são hoje uma trincheira do machismo, Pronta para Amar vai mostrar para Marley Corbett que ela está errada – e castigá-la por tamanho piriguetismo.

Felicitações à roteirista estreante Gren Wells, que completou 37 anos em junho, pela ideia de dar à personagem um câncer terminal no cólon – o que permite ao roteiro fazer um par de piadas sobre bunda e, no limite, induzir à interpretação de que Marley está recebendo um castigo do céu pelo despeito de ter aderido ao sexo anal. Por dentro de toda aquela fachada sentimental de descobertas de última hora (o amor efêmero, as pazes feitas no leito de morte), Pronta para Amar é um caroço de desonestidade.

O título em português do filme já deveria servir de aviso para a espectadora consciente. Dizer que uma pessoa está “pronta para amar” é sinal do maior moralismo, como se a vida não fosse um acúmulo constante de experiências e, sim, um plano de carreira dividido entre o estágio (o sexo livre a que se deve renunciar quando encontra-se o amor) e a aposentadoria. O filme trata Marley não só como uma ninfomaníaca (ela toca nas pessoas e a câmera faz questão do close-up nas mãos dela), também como uma criança – a presença dos pais, a bicicleta, o balanço pendurado na sala – que está prestes a sentir a dor do que é ser “adulta”.

Não é a primeira vez que vemos um filme em que a protagonista não acredita em relacionamentos, muito menos no “viver felizes para sempre”. Em Eu odeio o dia dos namorados, por exemplo, Nia Vardalos conseguiu transformar a trama clichê em uma boa comédia. Mas quando vem o drama.. a situação fica um pouco mais difícil. No longa Pronta para amar, Marley (Kate Hudson) é uma dessas mulheres nada românticas. Bem sucedida no trabalho, feliz com seus amigos, a publicitária não precisa de mais nada.

Pronta para Amar não é apenas uma comédia romântica, mas sim uma comédia dramático-romântica. Um filme encantador, capaz de encher de lágrimas os olhos dos espectadores mais sensíveis. Durante a exibição do longa, lembrei em alguns momentos de  P.S.: Eu te Amo (2007), de Richard LaGravenese. A Little Bit of Heaven (no original), é dirigido por Nicole Kassell, de O Lenhador. É um filme que não deixa de lado os já debatidos clichês que dão características peculiares às comédias românticas, mas ao mesmo tempo tem um tom dramático e uma história incomum.

“Fulana já provou do bom e do melhor, deu pra todo mundo, agora está pronta para amar.” Sério que é essa a imagem que Hollywood faz hoje das mulheres?

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Pré-venda de ingressos para “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″ atinge R$ 40 milhões nos EUA e pode bater marca de “Eclipse”

A pré-venda de ingressos para o último filme da saga de Harry Potter, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″, já atingiu US$ 25 milhões nos EUA (cerca de R$ 40 milhões), reportou nesta quarta-feira (13) o site da “Variety”.

A maioria dos ingressos vendidos é para sessões das 0h, segundo a produtora Warner Bros.

O cenário sugere que o filme deve alcançar, a marca obtida por “Eclipse”, filme da saga “Crepúsculo”, com pré-venda de US$ 30 milhões (cerca de R$ 47 milhões).

O filme estreia para o público, tanto nos EUA quanto no Brasil, nesta sexta-feira (15).

O Cinemark no RJ e SP estão passando todos os filmes do Harry Potter 1 por dia até o dia 14.

Você vai perder?

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Olhos Famintos 3

Nada como algumas palavras para reacender a esperança de um novo filme da série “Olhos Famintos“. Depois de muito tempo adiado devido a problemas relacionados com a MGM, tudo indica que o próximo trabalho de Victor Salva será o terceiro filme da série, após as filmagens de “Rosewodd Lane.

Em conversa com o Fangoria, o cineasta disse o seguinte sobre a saga da criatura alada: “Talvez eu tenha batido nessa tecla por tanto tempo que as pessoas nem mais acreditam em mim. Mas, posso dizer que estamos bem perto de fechar um financiamento para a realização do terceiro filme da trilogia.”, ele conta. “Então, eu quero dizer ‘sim’, mas, para evitar um mau-agouro, é preferível não dizer mais nada. Meu roteiro para o filme, que foi escrito há algum tempo, prepara uma série de TV que traz “Poho County and The Creeper”. O roteiro está pronto para filmar nesse momento.”

Será?

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Velozes e Furiosos 6 – já tem data para estrear

Filme está programado para 24 de maio de 2013, feriado nos Estados Unidos

Os 600 milhões de dólares que Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio faturou ao redor do  mundo devem ter garantido o bônus de muita gente na Universal Pictures e, sem tirar o pé do acelerador, o estúdio já anuncia a data de estreia de Velozes e Furiosos 6 (Fast and Furious 6 – título provisório): 24 de maio de 2013, pleno feriado de Memorial Day nos Estados Unidos.

Ainda não há confirmação sobre a volta do diretor Justin Lin, mas ele já disse que gostaria de continuar na franquia mesmo depois de já ter feito os últimos três filmes da série. Sobre o elenco, é improvável, depois do sucesso alcançado, que o trio formado por Vin Diesel, Paul Walker e Dwayne Johnson “The Rock” fique de fora da sexta aventura sobre rodas, que tudo leva a crer será rodado (ou ao menos ambientado) na Europa.

Fonte: Omelete

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Lanterna Verde

Quando moleque, o Lanterna Verde era um daqueles heróis que eu deixava de lado. Pulava as histórias, quando elas encontravam algum espaço nas poucas publicações da DC Comics no Brasil, e preferia as “superaventuras” da Marvel. Era, afinal, a época dos X-Men de Chris Claremont e John Byrne, uma das mais queridas até hoje por muitos fãs de quadrinhos quando o assunto é super-herói. Mas as décadas passaram (rápido demais), os X-Men ficaram descartáveis (salvam-se Grant Morrison e Joss Whedon) e, nos últimos anos, um sujeito egresso do mercado cinematográfico conseguiu transformar aquele personagem cujas histórias eu ignorava no meu herói favorito.

Geoff Johns, ex-funcionário de Richard Donner, assumiu as histórias do Lanterna Verde em 2004, galgando de dois em dois os degraus da fama da Nona Arte. Depois de escrever Sociedade da Justiça, Flash, Gavião Negro e Os Vingadores, o roteirista revolucionou um dos maiores ícones do Universo DC, Hal Jordan. Na época ele prometeu que sua intenção era retomar a magia em torno do personagem. Ao lado de Ethan Van Sciver, o artista da minissérie Lanterna Verde: Renascimento, ele conseguiu exatamente isso – e muito mais.

Johns conseguiu resgatar de tal maneira o espírito da DC Comics que lhe entregaram o título mensal do Lanterna Verde (ao lado do igualmente competente ilustrador brasileiro Ivan Reis), depois o Universo DC todo – e por fim uma cadeira no último andar da empresa, no cargo de diretor criativo.

As ideias de Johns, especialmente a introdução das outras tropas e seus anéis energéticos, funcionaram excepcionalmente bem nas HQs – e quando surgiu a ideia de um filme do personagem ele logo foi chamado como consultor. Dizer que a estrutura das histórias em quadrinhos necessita de adaptações para funcionar nas telonas é atestar o óbvio. É claro que a origem do personagem, como acontece com tantos outros, usufruiria da peneira de décadas de histórias do herói à disposição para filtrar o que realmente é digno de investimento ao norte da centena de milhões de dólares. O que surpreende é como os produtores, tendo tal riqueza criativa nas mãos, novamente restringem-se ao esperado, à típica trama de origem que vemos nas telas ano após ano.

Lanterna Verde (Green Lantern, 2011) acredita que a fascinação do mundo criado por computação gráfica de Oa e o 3-D estereoscópico (decente até) bastam para tornar a experiência cinematográfica memorável. Mas isso só funcionaria se a história fosse isenta de falhas, algo que aqui não acontece. Especialmente se considerarmos que há tão poucos personagens a serem desenvolvidos. São apenas Hal Jordan, Carol Ferris e Hector Hammond no centro da bem-humorada trama. Não seria difícil dar-lhes a atenção devida. Mas as interações não são aprofundadas e a Ryan Reynolds falta o carisma de Robert Downey Jr. ou a presença de Hugh Jackman. Ele tampouco possui a qualidade de atuação da dobradinha Fassbender/McAvoy para segurar o filme. Sobra aos vilões (ou futuros vilões) Hector e Sinestro, interpretados pelos excelentes Peter Sarsgaard e Mark Strong, a responsabilidade de carregar a aventura – a sina dos filmes da DC.

Pelo menos a criação da Tropa dos Lanternas Verdes é inspiradíssima – digna dos quadrinhos -, as piadas funcionam, a ação é bacana e a ameaça principal, a entidade Paralax, é um dos primeiros vilões que usam a estereoscopia de maneira a “englobar” a ação, favorecendo-a. É como se a “Bolha Assassina” fosse em 3-D e movida pelo medo (e tivesse uma careta bastante idiota, que por pouco não dá pra relevar).

Pelo filme falhar na exploração dos personagens – algo que resvala no tema principal do filme, a Força de Vontade, não há grande catarse na reviravolta do clímax. Há o heroísmo, mas não há aquela sensação de superação que se tem em Homem-Aranha 2, pra citar uma cena parecida (e que não vou detalhar pra não estragar surpresas). Torço, porém, pelo sucesso do filme, pois a cena final, que entra no meio dos créditos, leva a assinatura de Johns e promete para o futuro tudo aquilo que conhecemos das histórias dele nos quadrinhos (se você é fã, sabe exatamente do que estou falando!). Sem contar no que as galáxias coloridíssimas que pintam a subida dos créditos sugerem..

Fazendo comparações, Lanterna Verde está no nível de Thor e O Incrível Hulk – um filme com falhas, mas com potencial para agradar a quem cresceu com a companhia de Hal Jordan ou aprendeu a gostar do super-herói recentemente. Lanterna Verde não é “A Noite Mais Densa”, mas “O Dia Mais Claro” ainda está longe de acontecer.

Fonte: Omelete

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Disney contrata roteirista para Tron 3

Parecia que ia ser mais fácil, mas até que demorou bastante para a Disney decidir dar continuidade à franquia “Tron”. Mas agora Dan DiGilio foi contratado para escrever a sequência de “Tron Legacy”.


DiGilio é cria da própria casa do Mickey. Seu primeiro trabalho foi em “Resgate Abaixo de Zero” (“Eight Below”). Recentemente ele vendeu ao Showtime uma série chamada “Last H.O.P.E.” (cuja segunda palavra é a abreviação de “Hospital on Planet Earth”). Em 2007 ele criou também a série “Traveler”.

Segundo o THR, agora que o novo visual foi todo criado, o estúdio conseguiria fazer um novo filme com menos dinheiro. Não há, porém, prazos estipulados sobre a entrega do novo script.

O roteiro está sendo escrito, mas a Disney ainda não tomou nenhuma decisão sobre o futuro da franquia, com exceção da série de TV de “Tron”, que estreia em 2012.

Fonte: Omelete

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Se Beber Não Case – Parte II (após o cinema)

O filme “Se Beber Não Case – Parte II” estreou com o pé direito nos cinemas brasileiros em 27 de maio de 2011. Foi muito bem recebido pela maioria das pessoas com que conversamos. Todos dizem que conseguiu ser melhor que o primeiro.

Apesar de as críticas terem sido mornas para o filme, com comentários dizendo que o segundo filme foi praticamente uma cópia da versão original, “Se beber não case! Parte 2″ superou a animação “Os Simpsons – o filme”, de 2007,  o sucesso de 2008 “Sex and the city”, e o sucesso “American Pie 2″, para se tornar a comédia e o filme de classificação ‘R’ de maior venda na história das bilheterias da América do Norte. O filme arrecadou R$ 217,5 milhões. Sucesso total de público.

Se Beber, Não Case! Parte II arrecadou 32,44 milhões de dólares neste fim de semana e com isso,  já é o terceiro filme mais rentável do ano, atrás apenas de Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio (primeiro filme do ano a ultrapassar a marca dos 200 milhões de dólares) e Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas.

“Se beber não case! Parte 2″, que reuniu Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis e Justin Bartha para outra confusão em uma festa de solteiro, também arrecadou três vezes o valor acumulado pelo filme original nas bilheterias internacionais, disse a Warner Bros.

Para o  homevideo o filme deve ter uma modificação nas cenas que aparecem o ator Ed Helms com uma tatuagem idêntica a do Mike Tyson. Victor Whitmill, o responsável pela tatuagem tribal no rosto de Mike Tyson, está processando os produtores do longa-metragem “Se Beber, Não Case 2″. O tatuador alega que é “uma das tatuagens mais conhecidas do país” e que o seu uso no filme viola direitos autorais.

A Warner alega que além de não haver nenhum precedente para o processo (ninguém até hoje processou outra pessoa por ter feito uma tatuagem igual nem ninguém conseguiu registrar os direitos de uma tatuagem), o fato dela já ter aparecido antes em uma infinidade de lugares (inclusive no primeiro filme, no próprio rosto de Tyson) sem que Whitmill se manifestasse bota uma pedra no assunto. De qualquer jeito, o estúdio está preparando uma série de argumentos para explicar porque a tatuagem pode ser usada sim, senhor. Mas, o diretor do filme já afirma poder tirar a tatuagem com efeitos para que não aparece no homevideo caso o processo não se resolva até o seu lançamento.

Existe um boato para um terceiro filme, que seria feito em Amsterdã. Mas, “Se Beber, Não Case – Parte III” dificilmente vai ocorrer porque o sucesso foi imenso no segundo e dificilmente eles conseguiriam ultrapassá-lo.

Curiosidades:

» Mel Gibson foi anunciado no elenco, mas foi dispensado um dia depois. Gibson tem passado por problemas com sua imagem, incluindo um violento divórcio, problemas com álcool, comentários anti-semitas e declarações polêmicas. A equipe da comédia se manifestou contra sua contratação, e em seu lugar foi contratado Liam Neeson. O filme necessitou de refilmagens, e Neeson não pode retornar por conflitos de agente. Em seu lugar foi chamado o diretor Nick Cassavetes, de ‘Diário de uma Paixão‘.

» Zac Efron chegou a ser cotado para o longa.

» O trio principal, Zach Galifianakis, Bradley Cooper e Ed Helms, recebeu 10 vezes mais do que ganharam com o primeiro filme. Juntos, ganharam menos de US$ 1 milhão pelo original. Na sequência, cada ator recebe US$ 4 milhões.

» O diretor e produtor Todd Phillips recebeu cerca de US$ 10 milhões.

Veja mais em: http://blog.filmeecia.com.br/filmes/se-beber-nao-case-parte-ii

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Robert Pattinson teme que Amanhecer seja censurado

O galã Robert Pattinson (Lembranças) disse que não vê como os últimos filmes da Saga Crepúsculo (as duas partes de Amanhecer) podem ter censura baixa. A razão seria algumas cenas muito fortes que foram filmadas.

O ator britânico, que já interpretou o vampiro Edward Cullen três vezes, acha que os produtores terão que restringir a exibição do filme em função dessas cenas, que seriam extremas para crianças e adolescentes. “Há coisas interessantes e estranhas no filme – realmente muito, muito, muito estranhas. É ótimo. Para um filme popular, é uma história mais obscura e diferente. É um filme de horror. Eu vi algumas partes e eu não consigo conceber como terá censura baixa… a não ser que eles cortem partes”, comentou o ator ao Entertainment Weekly.

Porém, os executivos da Summit Entertainment comentaram a declaração dizendo que o receio de Pattinson é infundado alegando que “Amanhecer” será restrito para menores de 13 anos [censura utilizada nos Estados Unidos]. Não será apenas para maiores de idade.

 

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